Isaías 6.1-8
Alguns encontros podem mudar uma vida. Pensemos juntos em algumas realidades, tais como: o dia em que encontrei a pessoa que amo; o dia que encontrei a pessoa que me indicou para o trabalho que eu necessitava; o dia que encontrei com aquele (ou aquela) que trouxe uma orientação preciosa e iluminadora na escuridão das minhas indecisões. Logo após estes encontros, é comum dizermos: “Eu estava no lugar certo, na hora certa, com a pessoa certa.”
Um israelita chamado Isaías experimentou um destes encontros no XVIII século antes de Cristo. Seu encontro foi uma experiência espiritual. Esse encontro produziu uma visão; na verdade, três tipos de visão. O tema desta mensagem é: “As visões de Isaías.”
I. UMA VISÃO DE DEUS
A Bíblia, em vários episódios, nos mostra a história de homens que se encontraram com a história de Deus. Moisés foi achado por Deus quando estava no pasto, tratando de ovelhas (Êx 3.1-2). Gideão foi achado por Deus enquanto exercia seu papel de agricultor (Jz 6.11-12).
Isaías era de uma família nobre. Entretanto, a experiência com a glória de Deus foi o maior tesouro que ele encontrou em toda a sua vida. Mas o que ele viu? Segundo a Bíblia: O Senhor (Adonai, “Soberano”) assentado no seu trono (v.1); os Serafins, que são seres angelicais com seis asas (v.2); grande fumaça (v.4).
Tomás de Aquino foi um dos maiores gênios da humanidade. Morreu no ano de 1274, deixando um legado de escritos filosóficos e teológicos. Seu pensamento norteou o ensino das universidades européias na idade media, e, em muitos setores, até o dia de hoje. Esse pensador disse: “A última felicidade do homem não se encontra nos bens exteriores, nem nos bens do corpo, nem nos da alma: só pode encontrar-se na contemplação da verdade”. Ora, após ter escrito milhares de páginas e ter mudado a forma de pensar em seu tempo, poucos meses antes de sua morte, Aquino entrou na capela para o momento de devoção. Ali recebeu poderosa iluminação, experimentando de um êxtase. Depois disto, nada mais escreveu. Disse que depois desta experiência seus escritos poderiam ser considerados “como palha”.
A visão que nós tivermos de Deus será o elemento que mudará nossas vidas para sempre.
II. UMA VISÃO DE SI MESMO
O v.5 diz: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” João Calvino escreveu em suas Institutas da Religião Cristã: “...é notório que o homem jamais chega ao puro conhecimento de si mesmo até que haja antes contemplado a face de Deus.”
Em outras palavras, somente conhecendo a Deus é que teremos um verdadeiro conhecimento sobre nós mesmos. O dia em que se deparou com a visão dos céus foi o dia que Isaías soube quem ele realmente era.
A luz de Deus mostrará toda a intensidade das nossas trevas. Enfim, poderemos descobrir que estamos perdidos! Gostaria de trabalhar um pouco mais a frase “estar perdido”. Vou apontar algumas categorias de “perdidos” que tornarão nossa discussão mais interessante. Veja:
1) O perdido que faz uma “maquiagem” na sua perdição.
2) O perdido que se esconde por trás da religiosidade.
3) O perdido que considera os outros sempre mais perdidos que a si mesmo.
4) O perdido que orgulhosamente pensa que não está perdido.
Contudo existem homens e mulheres que ao saber de sua perdição conseguem tomar a decisão certa. Esse tipo de pessoa, após descobrir onde está e quem realmente é, investe na busca pela mudança. O sincero arrependimento lhe acompanha e ele (ou ela) passa a perseguir a vontade de Deus – exatamente como Isaías! Enfim, esse é um perdido que será achado e se dará bem.
III. UMA VISÃO DO MUNDO
Diz o texto no v.8: “Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim!” A experiência com Deus despertou no profeta a necessidade de anunciar a Palavra de Deus ao seu povo, que estava tão perdido quanto o próprio Isaías. Aquele que experimenta da grandiosidade do poder e do perdão de Deus terá uma chama queimando em seu coração: Ele olhará para o mundo e desejará que outros experimentem o que ele experimentou.
Nesse ponto é inevitável falar de evangelização. Poderíamos resumir a evangelização do seguinte modo: “É a obra de transmitir o poder e o perdão que gratuitamente recebi em Jesus para o meu próximo; é olhar para o mundo e falar do que eu conheço e do que eu experimentei". No século XVII, Blaise Pascal declarou: “Crer em Deus não é pensar em Deus, mas sentir Deus”. Quem encontrou Deus e a verdade sobre si mesmo olhará para o mundo e dirá: “As pessoas precisam sentir o que eu estou sentindo!”
Aquele que evangeliza, afirmo, é um transmissor de sentimentos. Quando ganhamos um tremendo presente ou nos deparamos com uma notícia maravilhosa, não conseguimos ficar quietos; queremos compartilhar nossos sentimentos com o mundo. É desse modo que Isaías passou a agir no que diz respeito a sua fé.
Quem sente, descobre e encontra com Deus não se conterá, irá falar de Deus. Essa pessoa dirá: “Envia-me a mim!”
Conclusão: Após o encontro com Deus, com a verdade sobre si próprio e sobre a realidade do mundo (pecador), temos a construção de uma nova identidade, um novo ser. Estamos falando agora de uma “nova criatura”. Estas são as visões de Isaías.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Pais: lutem para não serem omissos! (Rev. Paulo)
Veja o que a Palavra de Deus fala da relação de Davi com seu filho Adonias: “Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?” (1 Reis 1.6).
Davi foi um grande homem de Deus. A Bíblia fala sobre a sua busca espiritual profunda e intensa. Sabemos das suas vitórias como rei. Sabemos que ele escreveu muitos salmos e que estes salmos são inspiração para nós até o dia de hoje. Davi foi o moço que derrotou o gigante Golias, numa história que por séculos tem nos ensinado que os desafios podem ser superados com o auxílio e a direção de Deus. Enfim, a Bíblia chama Davi de “homem segundo o coração de Deus” (Atos 13.22).
Porém Davi não foi um sucesso como pai. Na realidade, podemos até dizer que como pai ele beirou o fracasso total. Não temos tempo hábil para estudar exaustivamente seus fracassos na paternidade ou seu adultério com uma mulher casada. Contudo posso dizer que seu fracasso como pai está associado a uma palavra: omissão! Aquele que é omisso é descuidado, é negligente. Davi tantas vezes agiu desse modo com seus mais de 15 filhos.
Hoje trabalharemos com o tema “Pais: lutem para não serem omissos!” Depois de ler a referência em 1 Reis, nos voltaremos para o livro de 2 Samuel.
I. A OMISSÃO NA CORREÇÃO
Davi teve vários filhos de várias mulheres. Um filho homem chamado Amnom acabou se apaixonando por uma filha do rei, chamada Tamar. Diz a Bíblia em 2 Samuel 13.2: “Angustiou-se Amnom por Tamar, sua irmã, a ponto de adoecer, pois, sendo ela virgem, parecia-lhe impossível fazer-lhe coisa alguma.”
Seguindo o conselho de um amigo chamado Jonadabe, Amonm fingiu ter uma enfermidade e trouxe sua irmã Tamar para cuidar dele. Com isso ele a estuprou (v.14).
Qual foi a reação de Davi? Sabemos que “muito lhe se acendeu a ira” (v.21). Porém não encontramos nenhuma menção de Davi tratando o pecado do seu filho. A omissão na correção pode desencadear situações de desastre familiar e perda do referencial de autoridade, marcas que perduraram na casa de Davi até os seus últimos dias.
II. A OMISSÃO RELACIONAL
Depois que foi estuprada Tamar foi para a casa de seu outro irmão, Absalão. Observe 2 Samuel 13.20: “Assim ficou Tamar e esteve desolada em casa de Absalão, seu irmão.”
Nesta situação absolutamente traumática e dolorida, não encontramos nenhuma palavra de Davi para sua filha. Também não vemos Davi insistindo com ela para ficar em seu palácio. Ao que tudo indica, ele não foi um ombro amigo para Tamar na maior tragédia da sua vida.
Esta é a omissão relacional. Quando pais não estabelecem vínculos relacionais mais profundos com seus filhos, eles poderão crescer com sérios problemas emocionais e espirituais.
Quando os pais adotam a filosofia do “cada um cuide da sua vida”, ou “eu sou uma pessoa fechada e distante mesmo”, poderão se deparar com graves dificuldades no futuro – seja para si mesmos como na vida de seus filhos.
III. A OMISSÃO PELO EXCESSO DE LIBERDADE
Absalão, o filho mais belo e cativante de Davi, ficou cheio de ódio quando soube do estupro de Amnom. Absalão tomou as dores de Tamar. Passados 2 anos, Absalão convidou todos os filhos do rei para tosquiar ovelhas. Neste encontro, ele disse para os jovens que lhe serviam: matem Amnom! (13.28-29).
Diante do assassinato entre irmãos, o reino ficou tomado de espanto. Davi veio a chorar amargamente (13.36).
Com o triste fato, Absalão foi banido da corte de Davi por uns três anos. Com a poeira abaixando, Absalão retorna. “Disse o rei: Torne para a sua casa e não veja a minha face. Tornou, pois, Absalão para sua casa e não viu a face do rei” (14.24).
Veja que Absalão havia cometido um assassinato, porém não foi julgado por isto. Em seguida, com as portas abertas no reino, Absalão se rebela contra o rei e levanta uma conspiração para tomar o poder. Acabou morrendo de maneira violenta (18.14).
Os pais não podem ser cúmplices dos erros dos filhos. A omissão pelo excesso de liberdade pode levar o filho ao mau-caratismo, a distância dos princípios de Deus e a situações de tragédia pessoal.
De outro lado, o excesso de liberdade pode levar os pais ao sentimento de fracasso e ao choro amargo.
Conclusão: Nós iniciamos essa mensagem com a frase que fala da relação de Davi com seu filho Adonias: “Jamais seu pai o contrariou” (1 Reis 1.6). Pais, a missão de vocês diante de Deus não pode ser acompanhada da omissão. Sendo assim, encerro este tempo com duas orientações básicas:
1) Pais, fujam do pecado da omissão.
2) Pais, insistam com todas as forças em ensinar a vida espiritual para os seus filhos.
Vocês constituem o primeiro modelo deles. Se os pais são piedosos e fiéis, há uma grande chance dos filhos se tornarem homens e mulheres de Deus; mas se os pais são relapsos e infiéis espiritualmente, seus filhos também poderão seguir o mesmo caminho.
Davi foi um grande homem de Deus. A Bíblia fala sobre a sua busca espiritual profunda e intensa. Sabemos das suas vitórias como rei. Sabemos que ele escreveu muitos salmos e que estes salmos são inspiração para nós até o dia de hoje. Davi foi o moço que derrotou o gigante Golias, numa história que por séculos tem nos ensinado que os desafios podem ser superados com o auxílio e a direção de Deus. Enfim, a Bíblia chama Davi de “homem segundo o coração de Deus” (Atos 13.22).
Porém Davi não foi um sucesso como pai. Na realidade, podemos até dizer que como pai ele beirou o fracasso total. Não temos tempo hábil para estudar exaustivamente seus fracassos na paternidade ou seu adultério com uma mulher casada. Contudo posso dizer que seu fracasso como pai está associado a uma palavra: omissão! Aquele que é omisso é descuidado, é negligente. Davi tantas vezes agiu desse modo com seus mais de 15 filhos.
Hoje trabalharemos com o tema “Pais: lutem para não serem omissos!” Depois de ler a referência em 1 Reis, nos voltaremos para o livro de 2 Samuel.
I. A OMISSÃO NA CORREÇÃO
Davi teve vários filhos de várias mulheres. Um filho homem chamado Amnom acabou se apaixonando por uma filha do rei, chamada Tamar. Diz a Bíblia em 2 Samuel 13.2: “Angustiou-se Amnom por Tamar, sua irmã, a ponto de adoecer, pois, sendo ela virgem, parecia-lhe impossível fazer-lhe coisa alguma.”
Seguindo o conselho de um amigo chamado Jonadabe, Amonm fingiu ter uma enfermidade e trouxe sua irmã Tamar para cuidar dele. Com isso ele a estuprou (v.14).
Qual foi a reação de Davi? Sabemos que “muito lhe se acendeu a ira” (v.21). Porém não encontramos nenhuma menção de Davi tratando o pecado do seu filho. A omissão na correção pode desencadear situações de desastre familiar e perda do referencial de autoridade, marcas que perduraram na casa de Davi até os seus últimos dias.
II. A OMISSÃO RELACIONAL
Depois que foi estuprada Tamar foi para a casa de seu outro irmão, Absalão. Observe 2 Samuel 13.20: “Assim ficou Tamar e esteve desolada em casa de Absalão, seu irmão.”
Nesta situação absolutamente traumática e dolorida, não encontramos nenhuma palavra de Davi para sua filha. Também não vemos Davi insistindo com ela para ficar em seu palácio. Ao que tudo indica, ele não foi um ombro amigo para Tamar na maior tragédia da sua vida.
Esta é a omissão relacional. Quando pais não estabelecem vínculos relacionais mais profundos com seus filhos, eles poderão crescer com sérios problemas emocionais e espirituais.
Quando os pais adotam a filosofia do “cada um cuide da sua vida”, ou “eu sou uma pessoa fechada e distante mesmo”, poderão se deparar com graves dificuldades no futuro – seja para si mesmos como na vida de seus filhos.
III. A OMISSÃO PELO EXCESSO DE LIBERDADE
Absalão, o filho mais belo e cativante de Davi, ficou cheio de ódio quando soube do estupro de Amnom. Absalão tomou as dores de Tamar. Passados 2 anos, Absalão convidou todos os filhos do rei para tosquiar ovelhas. Neste encontro, ele disse para os jovens que lhe serviam: matem Amnom! (13.28-29).
Diante do assassinato entre irmãos, o reino ficou tomado de espanto. Davi veio a chorar amargamente (13.36).
Com o triste fato, Absalão foi banido da corte de Davi por uns três anos. Com a poeira abaixando, Absalão retorna. “Disse o rei: Torne para a sua casa e não veja a minha face. Tornou, pois, Absalão para sua casa e não viu a face do rei” (14.24).
Veja que Absalão havia cometido um assassinato, porém não foi julgado por isto. Em seguida, com as portas abertas no reino, Absalão se rebela contra o rei e levanta uma conspiração para tomar o poder. Acabou morrendo de maneira violenta (18.14).
Os pais não podem ser cúmplices dos erros dos filhos. A omissão pelo excesso de liberdade pode levar o filho ao mau-caratismo, a distância dos princípios de Deus e a situações de tragédia pessoal.
De outro lado, o excesso de liberdade pode levar os pais ao sentimento de fracasso e ao choro amargo.
Conclusão: Nós iniciamos essa mensagem com a frase que fala da relação de Davi com seu filho Adonias: “Jamais seu pai o contrariou” (1 Reis 1.6). Pais, a missão de vocês diante de Deus não pode ser acompanhada da omissão. Sendo assim, encerro este tempo com duas orientações básicas:
1) Pais, fujam do pecado da omissão.
2) Pais, insistam com todas as forças em ensinar a vida espiritual para os seus filhos.
Vocês constituem o primeiro modelo deles. Se os pais são piedosos e fiéis, há uma grande chance dos filhos se tornarem homens e mulheres de Deus; mas se os pais são relapsos e infiéis espiritualmente, seus filhos também poderão seguir o mesmo caminho.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Como manter a vida espiritual quando "tudo vai de mal a pior" (Rev. Paulo)
Existem alguns períodos da vida que, definitivamente, não são fáceis. Neles, as pessoas acabam falando: “Minha vida está de mal a pior”. É o tempo onde as coisas não estão dando certo; é o tempo as indefinições estão prevalecendo; é o tempo onde as portas se fecharam; é o tempo onde os problemas parecem que vão nos engolir.
O apóstolo Paulo, falando de pressões espirituais, já havia escrito sobre a resistência “no dia mau” (Ef 6.13). Quão bom seria se pudéssemos “apertar um botão” fazendo com que estas situações não perdurassem. Todavia, já que não podemos apertar um botão, a questão que se levanta é a seguinte: Como manteremos a vida espiritual quando tudo “vai de mal a pior”? É o que veremos nesta mensagem.
I. NÃO DESANIME DIANTE DO FRACASSO, O QUE IMPORTA É QUE DEUS ESTÁ AGINDO DENTRO DE VOCÊ
Observe 2 Co 4.16: “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia.”
Paulo afirma que o homem exterior pode “se corromper”. Ele está falando da decadência física que todos nós podemos enfrentar. Somos, na realidade, “vasos de barro”. Veja: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados” (2 Co 4.7-8).
O fracasso é parte desta constituição de “vaso de barro”; seja por meio da dor emocional, da dor física ou de um volume grandioso de decepções e perdas. O apóstolo, por conseguinte, lutou com seus fracassos pessoais como qualquer um de nós. Em 2 Co 1.8 lemos: “Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida”. A palavra “desesperarmos” significa “estar sem saída”, ou “estar em completo desespero.”
No entanto devemos ter uma percepção maior dos fatos. Algo – mediante o poderoso e inequívoco agir de Deus – está se renovando dentro de nós. É a operação de Deus na nossa alma.
Isaías declara: “...mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Is 40.31).
Podemos estar vivendo enormes pressões em nosso exterior, mas se a graça e o poder de Deus estão agindo nas profundezas do nosso ser, resistiremos e venceremos!
II. CREIA QUE NA PRESENÇA DE JESUS A TRIBULAÇÃO SERÁ LEVE, MOMENTÂNEA E RECOMPENSADA
2 Co 4.17 nos diz: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação.”
Precisamos de algumas definições sobre a palavra “tribulação”. Pode significar dura aflição, sofrimento por circunstâncias externas, opressão, problemas. Ora, Paulo bem sabia o que era o sofrimento. Indubitavelmente, nós também!
Na continuidade, o apóstolo aponta para a visão que devemos ter das situações de tribulação como servos de Deus. Um crente, portanto, olhará para a tribulação de forma diferente. Observe:
- Ele compreende que ela será leve: um fardo fácil de suportar, um peso leve. Jesus disse: “Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11.30). Portanto, tribulação com leveza - por mais incrível e paradoxal que isso pareça -, somente na presença de Jesus.
- Ele compreende que ela será momentânea: algo temporário, parecido com a nuvem que vem e vai. Uma situação de curta duração. Caminhando com Jesus nosso coração se enche de esperança, pois cremos que a situação era mudar.
- Ele compreende que a tribulação terá a sua recompensa: as tribulações antecedem grandes momentos para os crentes. A fé e a submissão nunca serão esquecidas pelo Senhor. Romanos 8.18 diz: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.”
III. CONCENTRE O FOCO DA SUA VISÃO NO MUNDO INVISÍVEL
Vou falar sobre a vida de um escocês chamado Ernest Gordon. No ano de 1942, na Segunda Guerra Mundial, Gordon foi aprisionado pelo exército japonês. Num campo de prisioneiros na Birmânia, viu os horrores praticados pelo inimigo. A cada dia, cerca de 30 homens morriam no acampamento. Doenças, calor insuportável, torturas e execuções eram uma constante entre os prisioneiros. A alimentação consistia em um punhado de arroz por dia. Gordon nunca havia se interessado pela vida espiritual em sua vida cotidiana. Era um cético. Certo dia um prisioneiro morreu e a sua Bíblia ficou com Gordon. Ele mesmo disse: "Eu pensava que deveria haver algo mais. Comecei a levar Deus a sério. O Cristianismo faz muito sentido quando se dedica tempo à leitura do Novo Testamento". Gordon se tornou uma espécie de capelão dos prisioneiros. Foram 3 anos e meio de sofrimento, mas também da descoberta da fé. Depois de ser liberto e a guerra acabar, Gordon avançou na vida espiritual. Tornou-se pastor presbiteriano e trabalhou muitos anos como capelão da Universidade de Princeton. Era um ministro da reconciliação. A vida mudou quando Gordon decidiu concentrar o foco da sua visão no mundo invisível.
Leiamos 2 Co 4.18: “...não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” Os olhos da fé, segundo João Calvino, “vêem mais do que todos os sentidos naturais do homem.”
Conclusão: Em dias que tudo “vai de mal a pior”, nosso mecanismo de sobrevivência é um só: a fé em Cristo! Fique firme, não desanime. Busque com todas as forças focar a sua visão no invisível. E o melhor de tudo é saber que a caminhada da fé terá a sua recompensa. A Deus toda glória!
O apóstolo Paulo, falando de pressões espirituais, já havia escrito sobre a resistência “no dia mau” (Ef 6.13). Quão bom seria se pudéssemos “apertar um botão” fazendo com que estas situações não perdurassem. Todavia, já que não podemos apertar um botão, a questão que se levanta é a seguinte: Como manteremos a vida espiritual quando tudo “vai de mal a pior”? É o que veremos nesta mensagem.
I. NÃO DESANIME DIANTE DO FRACASSO, O QUE IMPORTA É QUE DEUS ESTÁ AGINDO DENTRO DE VOCÊ
Observe 2 Co 4.16: “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia.”
Paulo afirma que o homem exterior pode “se corromper”. Ele está falando da decadência física que todos nós podemos enfrentar. Somos, na realidade, “vasos de barro”. Veja: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados” (2 Co 4.7-8).
O fracasso é parte desta constituição de “vaso de barro”; seja por meio da dor emocional, da dor física ou de um volume grandioso de decepções e perdas. O apóstolo, por conseguinte, lutou com seus fracassos pessoais como qualquer um de nós. Em 2 Co 1.8 lemos: “Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida”. A palavra “desesperarmos” significa “estar sem saída”, ou “estar em completo desespero.”
No entanto devemos ter uma percepção maior dos fatos. Algo – mediante o poderoso e inequívoco agir de Deus – está se renovando dentro de nós. É a operação de Deus na nossa alma.
Isaías declara: “...mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Is 40.31).
Podemos estar vivendo enormes pressões em nosso exterior, mas se a graça e o poder de Deus estão agindo nas profundezas do nosso ser, resistiremos e venceremos!
II. CREIA QUE NA PRESENÇA DE JESUS A TRIBULAÇÃO SERÁ LEVE, MOMENTÂNEA E RECOMPENSADA
2 Co 4.17 nos diz: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação.”
Precisamos de algumas definições sobre a palavra “tribulação”. Pode significar dura aflição, sofrimento por circunstâncias externas, opressão, problemas. Ora, Paulo bem sabia o que era o sofrimento. Indubitavelmente, nós também!
Na continuidade, o apóstolo aponta para a visão que devemos ter das situações de tribulação como servos de Deus. Um crente, portanto, olhará para a tribulação de forma diferente. Observe:
- Ele compreende que ela será leve: um fardo fácil de suportar, um peso leve. Jesus disse: “Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11.30). Portanto, tribulação com leveza - por mais incrível e paradoxal que isso pareça -, somente na presença de Jesus.
- Ele compreende que ela será momentânea: algo temporário, parecido com a nuvem que vem e vai. Uma situação de curta duração. Caminhando com Jesus nosso coração se enche de esperança, pois cremos que a situação era mudar.
- Ele compreende que a tribulação terá a sua recompensa: as tribulações antecedem grandes momentos para os crentes. A fé e a submissão nunca serão esquecidas pelo Senhor. Romanos 8.18 diz: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.”
III. CONCENTRE O FOCO DA SUA VISÃO NO MUNDO INVISÍVEL
Vou falar sobre a vida de um escocês chamado Ernest Gordon. No ano de 1942, na Segunda Guerra Mundial, Gordon foi aprisionado pelo exército japonês. Num campo de prisioneiros na Birmânia, viu os horrores praticados pelo inimigo. A cada dia, cerca de 30 homens morriam no acampamento. Doenças, calor insuportável, torturas e execuções eram uma constante entre os prisioneiros. A alimentação consistia em um punhado de arroz por dia. Gordon nunca havia se interessado pela vida espiritual em sua vida cotidiana. Era um cético. Certo dia um prisioneiro morreu e a sua Bíblia ficou com Gordon. Ele mesmo disse: "Eu pensava que deveria haver algo mais. Comecei a levar Deus a sério. O Cristianismo faz muito sentido quando se dedica tempo à leitura do Novo Testamento". Gordon se tornou uma espécie de capelão dos prisioneiros. Foram 3 anos e meio de sofrimento, mas também da descoberta da fé. Depois de ser liberto e a guerra acabar, Gordon avançou na vida espiritual. Tornou-se pastor presbiteriano e trabalhou muitos anos como capelão da Universidade de Princeton. Era um ministro da reconciliação. A vida mudou quando Gordon decidiu concentrar o foco da sua visão no mundo invisível.
Leiamos 2 Co 4.18: “...não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” Os olhos da fé, segundo João Calvino, “vêem mais do que todos os sentidos naturais do homem.”
Conclusão: Em dias que tudo “vai de mal a pior”, nosso mecanismo de sobrevivência é um só: a fé em Cristo! Fique firme, não desanime. Busque com todas as forças focar a sua visão no invisível. E o melhor de tudo é saber que a caminhada da fé terá a sua recompensa. A Deus toda glória!
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Festa do jeca 2010!!!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
O pecado da desobediência e suas conseqüências (Rev. Paulo)
Josué 7.1-5
As vitórias que Deus nos dá nos deixam impressionados. Israel vivia esse momento. Se voltarmos um capítulo atrás, veremos como o povo liderado por Josué fez cair uma cidade importante e fortificada. A mão de Deus estava com eles. Não há dúvidas que a queda de Jericó foi um milagre. E assim, o sentimento de grande euforia se fazia presente entre o povo.
A situação lembra um pouco nossos dias eufóricos na Copa do Mundo. O Brasil vinha de uma campanha favorável até encontrar-se com a Holanda. Israel, logo após obter o domínio em Jericó, teria de invadir uma pequeníssima cidade chamada Ai. Seria uma brincadeira de criança! Poucos homens foram enviados para esta batalha. No entanto o inesperado aconteceu: Israel sofreu grande derrota e humilhação. Diz a Bíblia que diante desse quadro “o coração do povo se derreteu e se tornou como água” (Js 7.5). No primeiro tempo do jogo contra a Holanda, parecia que estávamos diante de uma barbada. Contudo no segundo tempo o Brasil tombou, tendo que arrumar as malas mais cedo. A causa? Talvez o descontrole psicológico somado a uma pitada de excesso de confiança. Voltando à história bíblica, pergunto: E qual foi o motivo da derrota de Israel em Ai? Aqui não existe talvez. A derrota foi conseqüência da desobediência.
O tema desta mensagem é “O pecado da desobediência e suas conseqüências”.
I. A DESOBEDIÊNCIA CONSISTE EM SE APEGAR NAQUILO QUE DEUS CONDENOUNesse ponto precisamos voltar um pouco atrás. Momentos antes da queda do muro de Jericó, na direção do Espírito de Deus, Josué disse: “Tão-somente guardai-vos das coisas condenadas, para que, tendo-as vós condenado, não as tomeis; e assim torneis maldito o arraial de Israel e o confundais” (6.18).
Após a vergonhosa derrota em Ai, o texto nos mostra que Israel havia retido coisas condenadas por Deus (7.11). Não obstante, a advertência de Josué não foi levada a sério por um homem. Seu nome era Acã. Este era o motivo da derrota de Israel.
Todas as vezes que nos apegamos a coisas, práticas ou hábitos que são condenados por Deus, nós caímos no pecado da desobediência. A igreja precisa abrir os olhos diante daquilo que é desaprovado por Deus a fim de não cair nesta cilada.
II. A DESOBEDIÊNCIA INDIVIDUAL PODE SE TRANSFORMAR NUM PECADO COLETIVO
Quando se fala em Israel estamos diante da unidade social e espiritual de um povo. Quando se fala da igreja estamos diante de uma unidade comunitária e espiritual daqueles que creram em Cristo (1 Co 12.27).
Destaca-se o fato que foi um indivíduo (Acã) quem reteve uma capa babilônica, prata e ouro (v.21). No entanto, aos olhos do Senhor – devido ao princípio da unidade espiritual – todo o Israel estava em pecado. Por isso o verso 11 diz: “Israel pecou”. Como corpo de Cristo nós somos responsáveis uns pelos outros. Nossa disposição em fazer a vontade de Deus pode desencadear bênçãos sobre toda a comunidade. A insistência no erro, todavia, pode trazer confusão e prejudicar o andamento de uma missão que é essencialmente espiritual.
III. A DESOBEDIÊNCIA AFASTA A PRESENÇA ABENÇOADORA DE DEUS
No Antigo Israel, a presença de Deus geralmente estava associada com a Arca da Aliança, objeto que continha os 10 mandamentos e era absolutamente sagrado para o judaísmo. Quando a Arca era retirada de Israel, sofriam-se as conseqüências do afastamento da presença de Deus (1 Sm 4.22).
Durante a investida contra a cidade de Ai a Arca estava no acampamento, porém a presença abençoadora de Deus, não. O Senhor mesmo disse: “Já não serei convosco” (v.12). A desobediência afasta, repele a presença de Deus da vivência comunitária da fé. Diante desse quadro podemos estipular o porquê da derrota na vida de muitos.
Note que o nome Acã significa “perturbador”. Pessoas que insistem em viver na desobediência, com efeito, podem ser instrumentos de perturbação na família, no casamento, na igreja ou no ministério. O princípio é simples: A obediência atrai a mão abençoadora de Deus; a desobediência, por sua vez, a afasta.
IV. A DESOBEDIÊNCIA LEVA À DERROTA DIANTE DO INIMIGO
As lutas de Israel se davam em dois planos: o plano físico e o espiritual. Com o cristão também é assim. Nós corremos e lutamos para que as coisas avancem em nossa vida, mas se Deus não nos der a vitória espiritual, nosso avanço jamais será pleno. Nunca poderemos nos esquecer do mundo invisível.
O Senhor declarou a Israel: “...vossos inimigos não podereis resistir enquanto não eliminardes do vosso meio as coisas condenadas” (v.13). Os exércitos que lutavam contra Israel eram de figuras humanas e pagãs. Estes eram dirigidos pelo culto aos ídolos. E o culto aos ídolos tem por base a influência demoníaca (Dt 32.16-17). Em outras palavras, o povo seria massacrado por homens que estavam a serviço do diabo.
A vida na desobediência pode abrir a porta para todo tipo de influência diabólica. A desobediência, como vemos, leva à derrota diante do inimigo.
Conclusão
O que se deve fazer para abandonar o caminho da desobediência? Segundo o texto de Josué capítulo 7, algumas dicas:
1) Busque com todas as forças a santificação (v.13).
2) Localize a área em que a desobediência governa (v.16).
3) Tome uma decisão radical para eliminar o foco de desobediência (v.25).
As vitórias que Deus nos dá nos deixam impressionados. Israel vivia esse momento. Se voltarmos um capítulo atrás, veremos como o povo liderado por Josué fez cair uma cidade importante e fortificada. A mão de Deus estava com eles. Não há dúvidas que a queda de Jericó foi um milagre. E assim, o sentimento de grande euforia se fazia presente entre o povo.
A situação lembra um pouco nossos dias eufóricos na Copa do Mundo. O Brasil vinha de uma campanha favorável até encontrar-se com a Holanda. Israel, logo após obter o domínio em Jericó, teria de invadir uma pequeníssima cidade chamada Ai. Seria uma brincadeira de criança! Poucos homens foram enviados para esta batalha. No entanto o inesperado aconteceu: Israel sofreu grande derrota e humilhação. Diz a Bíblia que diante desse quadro “o coração do povo se derreteu e se tornou como água” (Js 7.5). No primeiro tempo do jogo contra a Holanda, parecia que estávamos diante de uma barbada. Contudo no segundo tempo o Brasil tombou, tendo que arrumar as malas mais cedo. A causa? Talvez o descontrole psicológico somado a uma pitada de excesso de confiança. Voltando à história bíblica, pergunto: E qual foi o motivo da derrota de Israel em Ai? Aqui não existe talvez. A derrota foi conseqüência da desobediência.
O tema desta mensagem é “O pecado da desobediência e suas conseqüências”.
I. A DESOBEDIÊNCIA CONSISTE EM SE APEGAR NAQUILO QUE DEUS CONDENOUNesse ponto precisamos voltar um pouco atrás. Momentos antes da queda do muro de Jericó, na direção do Espírito de Deus, Josué disse: “Tão-somente guardai-vos das coisas condenadas, para que, tendo-as vós condenado, não as tomeis; e assim torneis maldito o arraial de Israel e o confundais” (6.18).
Após a vergonhosa derrota em Ai, o texto nos mostra que Israel havia retido coisas condenadas por Deus (7.11). Não obstante, a advertência de Josué não foi levada a sério por um homem. Seu nome era Acã. Este era o motivo da derrota de Israel.
Todas as vezes que nos apegamos a coisas, práticas ou hábitos que são condenados por Deus, nós caímos no pecado da desobediência. A igreja precisa abrir os olhos diante daquilo que é desaprovado por Deus a fim de não cair nesta cilada.
II. A DESOBEDIÊNCIA INDIVIDUAL PODE SE TRANSFORMAR NUM PECADO COLETIVO
Quando se fala em Israel estamos diante da unidade social e espiritual de um povo. Quando se fala da igreja estamos diante de uma unidade comunitária e espiritual daqueles que creram em Cristo (1 Co 12.27).
Destaca-se o fato que foi um indivíduo (Acã) quem reteve uma capa babilônica, prata e ouro (v.21). No entanto, aos olhos do Senhor – devido ao princípio da unidade espiritual – todo o Israel estava em pecado. Por isso o verso 11 diz: “Israel pecou”. Como corpo de Cristo nós somos responsáveis uns pelos outros. Nossa disposição em fazer a vontade de Deus pode desencadear bênçãos sobre toda a comunidade. A insistência no erro, todavia, pode trazer confusão e prejudicar o andamento de uma missão que é essencialmente espiritual.
III. A DESOBEDIÊNCIA AFASTA A PRESENÇA ABENÇOADORA DE DEUS
No Antigo Israel, a presença de Deus geralmente estava associada com a Arca da Aliança, objeto que continha os 10 mandamentos e era absolutamente sagrado para o judaísmo. Quando a Arca era retirada de Israel, sofriam-se as conseqüências do afastamento da presença de Deus (1 Sm 4.22).
Durante a investida contra a cidade de Ai a Arca estava no acampamento, porém a presença abençoadora de Deus, não. O Senhor mesmo disse: “Já não serei convosco” (v.12). A desobediência afasta, repele a presença de Deus da vivência comunitária da fé. Diante desse quadro podemos estipular o porquê da derrota na vida de muitos.
Note que o nome Acã significa “perturbador”. Pessoas que insistem em viver na desobediência, com efeito, podem ser instrumentos de perturbação na família, no casamento, na igreja ou no ministério. O princípio é simples: A obediência atrai a mão abençoadora de Deus; a desobediência, por sua vez, a afasta.
IV. A DESOBEDIÊNCIA LEVA À DERROTA DIANTE DO INIMIGO
As lutas de Israel se davam em dois planos: o plano físico e o espiritual. Com o cristão também é assim. Nós corremos e lutamos para que as coisas avancem em nossa vida, mas se Deus não nos der a vitória espiritual, nosso avanço jamais será pleno. Nunca poderemos nos esquecer do mundo invisível.
O Senhor declarou a Israel: “...vossos inimigos não podereis resistir enquanto não eliminardes do vosso meio as coisas condenadas” (v.13). Os exércitos que lutavam contra Israel eram de figuras humanas e pagãs. Estes eram dirigidos pelo culto aos ídolos. E o culto aos ídolos tem por base a influência demoníaca (Dt 32.16-17). Em outras palavras, o povo seria massacrado por homens que estavam a serviço do diabo.
A vida na desobediência pode abrir a porta para todo tipo de influência diabólica. A desobediência, como vemos, leva à derrota diante do inimigo.
Conclusão
O que se deve fazer para abandonar o caminho da desobediência? Segundo o texto de Josué capítulo 7, algumas dicas:
1) Busque com todas as forças a santificação (v.13).
2) Localize a área em que a desobediência governa (v.16).
3) Tome uma decisão radical para eliminar o foco de desobediência (v.25).
sexta-feira, 30 de abril de 2010
No dia 18 de Abril comemoramos os 5 anos da IPB de Carazinho. Inúmeros são os desafios que temos pela frente. Porém, temos a certeza da continuidade e das vitórias que Deus nos dará em Cristo Jesus. Feliz aniversário igreja!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Caros irmãos e a amigos, a graça e a paz! Pretendemos usar nosso blog para divulgação das novidades e para a interatividade do nosso povo. Fique a vontade. Escreva!
Rev. Paulo
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