terça-feira, 1 de outubro de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
RETIRO 2013: maravilhoso em todos os sentidos!
Amigos e amigas participantes, que dias
nós vivemos! Tínhamos tudo o que precisávamos: alegria, comunhão, mensagens
fundamentadas, entretenimento saudável e... oração. Iniciamos o retiro em
precisa sintonia com o tema, isto é, com o joelho no chão e a boca no pó. E
como terminamos o retiro? Do mesmo modo: joelho no chão e boca no pó. Que venha
2014!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
A CORAGEM DA FÉ
Josué 1.7-9
Fé e coragem andam de mãos dadas.
Não há fé sem coragem porque o ato de crer requer firmeza, bravura. Entendo que
as pessoas que têm dificuldade de se entregar incondicionalmente ao Caminho de
Jesus Cristo, no fundo, são destituídas de ousadia interior, de
coragem. Um pensador chamado Paul Tillich disse o seguinte: “Coragem
é o conhecimento do que evitar e do que enfrentar”. Ora, isso nos mostra que a
coragem nos leva a desistir de algumas coisas e a perseverar
incansavelmente por outras.
A Bíblia, muitas vezes, fala
sobre coragem. Seja no uso estrito da palavra “coragem” ou em personagens que
usaram de muita coragem diante dos desafios da vida, o rumo apontado é que
servir ao Deus Eterno e aos seus propósitos é um ato de coragem.
Nossa sociedade tende a
reconhecer pessoas corajosas. Geralmente os desbravadores, os guerreiros, os
visionários são gente conhecida por sua coragem. Contudo, a coragem da fé
mostra uma face diferente. É mais do que um vigor físico ou disposição mental.
Ela tem a ver com a disposição de acreditar no Soberano dos céus e da terra, e,
igualmente, submeter-se às suas ordenanças.
Hoje vou falar sobre a coragem de
um personagem bíblico cujo nome era Josué. Este homem assumia o comando da
nação de Israel em substituição ao grande profeta Moisés. Nesta transição, o
próprio Deus viria a lhe falar sobre a importância da coragem. Eis algumas
orientações desta conversa:
1) USE DE CORAGEM PARA DIRIGIR A
SUA VIDA PELA PALAVRA DE DEUS
Js 1.7a: “Tão-somente sê forte e
mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo
Moisés te ordenou...” A palavra “coragem” na língua hebraica, aponta para
uma pessoa ousada, que está alerta, que é determinada.
Uma pessoa que não possui estas
qualidades jamais irá submeter-se a direção da Palavra de Deus. Se você
permite que a mensagem das Escrituras dirija sua vida, molde seu caráter e lhe
mostre como tudo tem de ser feito, você é corajoso, você é ousado, você está
alerta!
Onde precisamos de mais
coragem? Para servir a Deus, ou para levar a vida como a
grande maioria das pessoas o faz? Certamente será necessária mais coragem
para servir a Deus. Creio que é necessário ter coragem para ser diferente;
é necessário ter coragem para ser dirigido – em todas as esferas da vida – pela
Palavra de Deus. Este era o desafio dado por Deus a Josué.
2) USE DE CORAGEM PARA SER UMA
PESSOA COM PROPÓSITOS FIRMES
Js 1.7b: “...dela não
te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido
por onde quer que andares.” A orientação de Deus para observar a sua
palavra envolvia firmeza de propósitos.
Coragem, nesta perspectiva, tem a
ver com a pessoa que não perde tempo com mudanças constantes de visão
(“esquerda ou direita...”). Pessoas que oscilam demasiadamente sobre o que
querem são pessoas que geralmente não conseguem usar de coragem.
A coragem te traz firmeza nos
propósitos, seja para servir a Deus, para trabalhar, para nos relacionar ou
para amar.
Como vemos, a coragem está ligada
à constância, à perseverança, enfim, em saber o que quer. Falando da Sua
Palavra, do Livro da Lei, Deus disse a Josué: “...medita nele dia e noite...”
(v.8a), ou seja, seja constante na caminhada da fé. Uma vida com firmeza
de propósitos, com efeito, é marca de uma pessoa corajosa.
3) USE DE CORAGEM PARA SER UM
REPRESENTANTE DE DEUS
Js 1.9a: “Não to mandei eu?”
Não é incomum sermos – seja em
nossas famílias ou no trabalho – as únicas pessoas que estão lutando pela
fé. Você sabe qual é a força maior que irá nos sustentar nesta missão tão
difícil e solitária? Simplesmente, a convicção de que Deus é quem nos envia! Quando
cremos que Ele nos fala “Eu não estou mandando você ir?”, estaremos nos
enchendo de coragem e ousadia para declararmos a todos: “Eu sou um
representante de Deus!"
“No to mandei eu?” (isto é, “Não
te ordenei?”), portanto, é uma voz de comando. A frase era usada no comando da
instrução de um pai para o filho, do rei para um servo, ou de um fazendeiro
para os seus trabalhadores. Em outras palavras, Deus nos dá um comando,
uma ordem para que o representemos neste mundo. E para representá-lo,
precisamos de coragem.
4) USE DE CORAGEM PARA CRER QUE
DEUS TE GUIARÁ NAS DIFICULDADES
Js 1.9b: “Sê forte e
corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por
onde quer que andares.”
As dificuldades da vida são
geradoras de medo e de espanto. "Não temas” poderia ser traduzido
como "não tremas”. É estar com pavor, com grande medo. "Nem te
espantes” pode ser traduzido como "estar em pânico",
"assustado", "apavorado". A palavra é usada para descrever
o terror ou pânico de líderes militares cuja coragem foi quebrada, de gente que
foi desmoralizada.
A coragem da fé, de outro lado,
nos impulsiona a crer que o Senhor, sob hipótese alguma, deixará de nos guiar
nos dias escuros. Nele manteremos a linha da coragem; nele não seremos
desmoralizados; nele não seremos vencidos pelo medo.
Conclusão:
Você possui uma fé que está cheia
de coragem? Josué usou de coragem para realizar a vontade de Deus neste mundo.
Seu nome é lembrado até os nossos dias. Saiba: a coragem da fé irá produzir
marcas que farão história. O melhor de tudo é que, pela graça de Deus, isso
está ao nosso alcance.
O Natal é a maior de todas as festas. É a boa notícia vinda céu. É Deus entrando
na nossa história. É o eterno entrando no tempo. É Deus vestindo a nossa pele e
calçando as nossas sandálias. É o Verbo se fazendo carne para habitar entre nós
cheio de graça e de verdade. O primeiro Natal foi comemorado com música nos céus
de Belém. O anjo de Deus anunciou aos pastores: "Não temais, eis que vos trago
boa nova de grande alegria e o que será para todo o povo. É que hoje vos nasceu
na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor".
Essa mensagem aponta
para a centralidade de Cristo. Ele é o Salvador prometido. Ele é o Messias
esperado. Ele é o Senhor do Universo. Imediatamente após essa proclamação
angelical, os céus se cobriram de anjos e uma música encheu a terra: "Glória a
Deus nas maiores alturas e paz na terra entre os homens a quem ele quer bem". O
Natal trouxe glória a Deus e paz aos homens. O Natal une céus e terra nessa
maior de todas as celebrações.
Precisamos resgatar hoje o verdadeiro
sentido do Natal. O Natal está perdendo seu conteúdo essencial. O Natal não é
Papai Noel. Não é comércio nem mesmo festas gastronômicas. O Natal não é troca
de presentes nem encontros de congraçamento. Natal é a festa da salvação. Natal
é Deus revelando a nós seu amor infinito, pois ele amou o mundo de tal maneira
que deu seu Filho unigênito. Deu-o não àqueles que mereciam seu amor. Deu-o a
nós pecadores. Deu-o não como nosso exemplo, mas como sacrifício pelo nosso
pecado.
Quando Jesus nasceu em Belém, não havia lugar para ele. Foi
nascer numa estrebaria. Hoje, também, estamos ocupados, com muitas coisas.
Corremos demais e refletimos pouco. Hospedamos muitas coisas em nosso coração e
não temos lugar para Cristo. Precisamos rever nossa vida, nossa agenda, nossas
prioridades. Jesus precisa ocupar o primeiro lugar em nossa vida. Ele precisa
ser o primeiro. Ele precisa ser o amado da nossa alma. Só assim, conheceremos o
verdadeiro sentido do Natal e nos deleitaremos em Deus, e em sua gloriosa
salvação.
Rev. Hernandes Dias Lopes é Pastor Presbiteriano e apresentador do Programa Verdade e Vida aos Domingos às 11h45, na Rede Bandeirantes.
domingo, 4 de março de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
RETIRO DE CARNAVAL 2011
Momentos inesquecíveis!!!
Chegamos ao final de mais um período de Carnaval. A mídia tratou de expor todo o luxurioso esplendor da “festa da carne”. Do Norte ao Sul o Brasil “pára”, seja participando ativamente da folia ou embrenhando-se corajosamente no caos das estradas para buscar um lugar ao sol.
Esse tem sido o hábito de milhões de brasileiros, ano a ano. Eu e tantos outros, todavia, não optamos por isso. Decidimos trocar o Carnaval por outra atração. Optamos por estar naquilo que chamamos de “retiro de Carnaval”. Fomos para perto do campo, para perto das coisas da fé, para perto do coração das pessoas. Trata-se, na realidade, de um “outro mundo” dentro deste mundão que eu e você vivemos. Ora, lá não tem fantasia emplumada. Lá, o foco não é o “ficar” com alguém. Num lugar como esse procurar embebedar-se é uma busca fadada ao fracasso. Definitivamente, estávamos bem afastados do “espírito do carnaval.”
A grande maioria poderá dizer que a decisão em afastar-se da folia é louca, fanática e destituída de prazer. Mas já faz fez tempo – pelo menos no meu caso – que decidi viver o cristianismo sem dar muita atenção ao que os outros vão dizer. Sem dúvida essa é uma das decisões mais coerentes que já tomei. Falo isso sem arrependimentos. Aliás, buscar ser cristão de verdade é caminhar na direção de ser incompreendido, de ver a popularidade abaixar os seus níveis. Se você tem sentido isso na pele quando decidiu viver na contra mão do sistema, sabe do que eu estou falando. Bem vindo à turma de Jesus!
Quando dizem que a gente “não vive” por cultivar estes hábitos estranhos e separatistas, no fundo acho engraçado. Essas colocações são contrastantes com o fato de que nos sentimos “bem vivos” no feriadão. Esse tempo foi uma grande oportunidade de estarmos mais “vivos” na relação com gente que encontramos nas celebrações de domingo cuja troca mais freqüente de palavras é: “oi” e “tchau.” Esse tempo foi uma grande oportunidade de descobrir a “vida” na Palavra de Deus num intensivo de aprendizado. Não posso esquecer que esse também foi um tempo de pensar, meditar, orar e, com isso, avançar na “vida” espiritual. Portanto, não consigo dizer que “não vivi”; ao contrário, consigo dizer junto com tantos outros que “vivemos plenamente.”
Com as caravanas foi interessante ver jovens de todo tipo: universitários, aqueles que têm o seu emprego, aqueles que são sustentados pelo pai (ou mãe). Eles investiram tempo e o seu (pouco) dinheiro nessa proposta de afastar-se da rota habitual do mundo. A turma da meia-idade igualmente estava lá: cozinhando, servindo, correndo. Os mais experimentados e vividos, apoiando, prestigiando. A criançada, de sua vez, cumprindo seu papel de alegrar o ambiente com os gracejos que lhes são próprios. Reproduzimos, nestes dias, uma vida em comunidade que traz lampejos de uma milenar situação. Não seria esse um pequeno vislumbre da realidade paradisíaca do Éden? Convivendo juntos, cantando juntos, comendo juntos, rindo juntos e falando com o Rei do Universo juntos. Talvez...
Durante o retiro confesso que um pensamento me veio a mente. Ele foi simples e direto: “Vale à pena!” Acredito que encontrar gozo, paz, sentido e a certeza de estar onde deveria estar são as grandes buscas do ser humano. Senti-me privilegiado justamente porque estes sentimentos estavam em meu coração. Olhando para as faces de meninos e meninas, homens e mulheres, consigo acreditar que estes experimentaram as mesmas sensações. Não estávamos fingindo. Simplesmente nos sentimos bem com o nosso Deus e seus propósitos. Assim entendo porque um antigo sábio disse: “O temor do Senhor conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito...” (Provérbios 19.23).
Desculpe-me, Carnaval, mas você não poderá contar comigo.
Humildade: um caminho de bênçãos
1 Pedro 5.5-6
O sentido autêntico da palavra humildade vem do latim Humus, de onde também deriva Homem (Homo Sapiens) e Humanidade. O fato dessas palavras estarem vinculadas à húmus (“solo sobre nós”, “terra fértil”), é certamente uma sábia exortação de que mantemos com a terra um vínculo essencial e embrionário.
É impossível ser um legítimo seguidor de Jesus sem humildade. Considere comigo o seguinte:
1) Para começo de conversa, entregar-se a Cristo é aceitar que Ele reine sobre a nossa vida e, gradativamente, nos despoje do nosso “eu”.
2) Se você quer ser discípulo é necessário concordar em receber instrução e liderança espiritual na sua vida – isto é, você terá de aceitar que alguém diga, em muitos momentos, como você deve viver.
3) Ser discípulo implica em se relacionar com a comunidade da fé e aceitar conviver, tolerar e amar os diferentes que partilham da sua mesma crença.
4) Enfim, ser discípulo implica em permitir sujeitar nossos hábitos e vontade à Palavra de Deus. Você não poderá ser dirigido pelas leis do seu coração, mas por uma ordenança externa.
Como vemos, para estar nesse caminho é fundamental aprender sobre a humildade. Seguindo a orientação da carta de 1 Pedro, vamos refletir juntos sobre esse caminho.
I. O HOMEM HUMILDE TEM DEUS LUTANDO A SEU FAVOR
O texto diz que “Deus resiste aos soberbos” (v.5). Para que o assunto fique mais claro, precisamos explorar melhor as palavras “soberbos” e “resiste”. Soberbo tem a ver com “considerar-se acima dos outros”, de ser “arrogante.” Sendo um anjo, Satanás exercia a função de adorador no céu. Dispunha de uma posição privilegiada. Mas um dia seu coração se encheu de soberba. É o que a Escritura implicitamente declara: “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura” (Ez 28.17a). Desejando ser igual a Deus, foi precipitado, tornando-se nosso adversário e acusador. Deus o resistiu e o resiste até fim de todas coisas. Seu destino, não obstante, já está traçado: o flagelo eterno (Ap. 20.10). Voltando ao texto de 1 Pedro, observo que a palavra resistir poderia ser traduzida como “lança-se armado contra”. A frase vem da linguagem militar. O sentido também é de “opor-se”, ou seja, ser um impedimento. Diante do orgulhoso Deus se torna um oponente, e isso similarmente à oposição cósmica existente entre o Senhor e os anjos caídos. Falando de humildade e de lutas espirituais, Tiago 4.6-7 nos diz: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”. O homem humilde, portanto, terá Deus lutando por suas causas. Ele vencerá o maligno ao humilhar-se e submeter-se à autoridade de Deus.
II. O HOMEM HUMILDE ATINGE MAIOR PROGRESSO ESPIRITUAL
A busca da humildade é um desafio nas relações humanas, sejam elas familiares, profissionais ou eclesiásticas. O apóstolo Pedro declara: “Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingi-vos todos de humildade...” (1 Pd 5.5a). Quero lhe chamar a atenção da frase “cingi-vos todos de humildade.” Cingir é amarrar firmemente alguma coisa no próprio corpo. Essa palavra era usada para os escravos, quando estes usavam um avental. A idéia, portanto, é vestir-se de humildade numa atitude de escravo. Como o cristianismo é desafiador! Sendo assim, reconheçamos: será impossível ver progresso espiritual numa pessoa que não aceita opiniões, autoridade e não assume a postura de servo. De outro lado, trilhando o caminho de ser “húmus” (terra fértil), haverá crescimento. Com o crescimento, a frutificação.
III. O HOMEM HUMILDE SERÁ SOCORRIDO POR DEUS NA AFLIÇÃO
Ezequias foi rei entre os judeus na época do profeta Isaías. O rei adoeceu a ponto de Isaías lhe dizer: “Põe em ordem a tua casa porque morrerás” (Is 38.1). Em seguida, Ezequias fez o seguinte: “Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao Senhor. E disse: Lembra-te, Senhor, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração e fiz o que era reto aos teus olhos; e chorou muitíssimo” (Is 38.2-3). Após se humilhar diante de Deus no leito de enfermidade, Deus manda Isaías dizer a Ezequias: “Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; acrescentarei, pois, aos teus dias quinze anos” (Is 38.5). Temos aqui uma demonstração muito clara de que um coração humilde pode mover o coração de Deus. Voltemos à epístola de Pedro: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pd 5.6). Saiba que essa humilhação não é abraçar um estilo de vida onde não se terá amor próprio. É, na realidade, a humildade de confiar e entregar nossos problemas a Deus. Na seqüencia, virá o tempo oportuno da exaltação. A frase “vos exalte” significa “erguer”, “tornar alto”. É o Senhor no seu tempo, portanto, que nos “ergue” das situações de dificuldade.
Conclusão: O apóstolo Pedro nos apresentou um caminho de excelência. Foi um caminho ensinado pelo Senhor Jesus e é um caminho que necessita ser percorrido por todo aquele que crê. Ser humilde é requisito para ser abençoado. Que o sábio conselho ensinado por Jesus seja um alvo para todos nós: “O que se humilha será exaltado” (Lc 14.11). A Deus toda glória!
sábado, 15 de janeiro de 2011
Alcançando o melhor de Deus para a sua vida
Gênesis 18.1-15
Você deseja o melhor para a sua vida? Evidentemente que sim! E sobre o melhor de Deus para a sua vida, já pensou sobre isso? É certo que o “melhor” dele será mais perfeito, mais sábio e mais santo que toda a nossa disposição em fazer e alcançar o melhor. Ocorre que a nossa vontade, nossa disposição – por mais bem intencionadas que sejam – estão maculadas pelo pecado e pelas imperfeições humanas. Mesmo diante desse irrefutável quadro, as Escrituras nos mostram que podemos avançar no sentido de agradar a Deus e dele recebermos o melhor. O patriarca Abraão foi um homem que há mais de 3.500 anos atrás alcançou o melhor de Deus para a sua vida. Vou explicar essa condição do “melhor de Deus” por meio das descrições do livro de Gênesis. Observe:
Você deseja o melhor para a sua vida? Evidentemente que sim! E sobre o melhor de Deus para a sua vida, já pensou sobre isso? É certo que o “melhor” dele será mais perfeito, mais sábio e mais santo que toda a nossa disposição em fazer e alcançar o melhor. Ocorre que a nossa vontade, nossa disposição – por mais bem intencionadas que sejam – estão maculadas pelo pecado e pelas imperfeições humanas. Mesmo diante desse irrefutável quadro, as Escrituras nos mostram que podemos avançar no sentido de agradar a Deus e dele recebermos o melhor. O patriarca Abraão foi um homem que há mais de 3.500 anos atrás alcançou o melhor de Deus para a sua vida. Vou explicar essa condição do “melhor de Deus” por meio das descrições do livro de Gênesis. Observe:
1) Onde quer que estivesse, Abraão prosperava
- Gn 13.2: “Era Abrão muito rico; possuía gado, prata e ouro.”
2) As bênçãos espirituais lhe tornavam vitorioso diante dos seus inimigos
- Gn 14.19-20: “...abençoou ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo.”
3) A sua descendência seria numerosa
- Gn 15.5: “Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade.”
4) A paz de Deus lhe acompanharia até o fim da vida
- Gn 15.15: “E tu irás para os teus pais em paz; serás sepultado em ditosa velhice.”
5) Deus fez um pacto com Abraão, prometendo a terra de Canaã aos seus descendentes
- Gn 15.18: “Naquele mesmo dia, fez o Senhor aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates.”
6) Na idade de 100 anos, Deus lhe deu um filho
- Gn 21.2: “Sara concebeu e deu à luz um filho a Abraão na sua velhice, no tempo determinado, de que Deus lhe falara.”
Nossa reflexão levará em conta a passagem de Gênesis 18, onde o patriarca recebe três ilustres visitantes em sua tenda. Vamos lá...
I. O SENHOR ERA O HÓSPEDE MAIS HONRADO DA CASA DE ABRAÃO
Os povos de deserto levavam a hospitalidade bastante a sério. Quando Abraão recebe os três homens (o Ser divino e, provavelmente, dois anjos), seu objetivo foi de honrá-los com o seu melhor. Ele reconheceu a autoridade dos três homens demonstrando reverência (“prostrou-se em terra”, v.2) e desejando que eles permanecessem (“rogo-te, não passes do teu servo, v.3). Em muitos lares e em muitos corações, noto que a prática de vida avança na direção contrária. O objeto de maior honra e reverência, tantas vezes, não é o Ser divino em toda sua glória e soberania. Ora, convidar o Senhor para “não passar de nós”, na realidade, é algo desafiante. Sabe por quê? Porque convidar Deus para estar presente e reinar implica em aceitar que os princípios divinos reinem sobre a nossa história. O fato é que não são todas as pessoas que desejam viver desse modo. Não obstante isso, devemos nos concentrar no objetivo de orar e dizer: “Senhor, não passe da minha casa. Fique entre nós. Que a tua presença e as tuas ordenanças venham a reger a história da nossa vida.” Para ser honrado por Deus, portanto, é necessário honrá-lo como o maior hóspede que poderíamos receber.
II. ABRAÃO SERVIA AO SENHOR COM SENSO DE URGÊNCIA
Abraão se valeu de um sábio senso de urgência em servir ao Senhor. Veja as seguintes palavras e frases:
1. Vendo-os, correu (v.2).
2. Apressou-se em chamar Sara para preparar o alimento (v.6).
3. Disse a Sara para amassar depressa a farinha para o pão (v.6).
4. Correu ao gado (v.7).
5. Disse ao criado para se apressar em preparar em prepara a carne (v.7).
A atitude de Abraão contrasta com a ausência de efetividade e de decisão que muitos apresentam no momento de reagir diante do chamado de Deus. Reconheçamos: as pessoas têm pressa de trabalhar, pressa para se divertir, pressa para servir a família, mas pouca pressa para se engajar na obra de Deus.
Um crente vivo no Espírito terá um adequado senso de urgência em fazer a obra de Deus. Ele não irá esperar para amanhã o que se pode fazer hoje!
III. ABRAÃO OFERECIA O SEU MELHOR AO SENHOR
Diante do surpreendente encontro, Abraão toma a decisão de preparar um banquete: carne assada, pão, coalhada e leite para os nobres visitantes (vv.7-8). Sabe o que era isso? Era o melhor que um homem do deserto poderia oferecer! Para ao patriarca, oferecer a sobra seria algo similar ao descaso, a blasfêmia. Alcançar o melhor de Deus está relacionado a oferecer o melhor para Deus.
Geralmente, pessoas queixosas e insatisfeitas com o agir de Deus em suas vidas são pessoas que vivem na “teologia da sobra”. Ou seja, nunca dão o melhor do seu tempo ou o melhor daquilo que têm adquirido. Esse estilo de vida terá enormes chances de também colher a “sobra de Deus” e não o seu melhor. O princípio que regia a vida de Abraão era outro. Na realidade, ao oferecer o melhor o pai da fé não estava objetivando receber o melhor. Receber o melhor, na perspectiva de Abraão, era conseqüência de ofertar o melhor simplesmente por crer que Deus merecia o melhor. Abraão jamais almejou estabelecer uma relação de troca com o Eterno. Que lição de vida e espiritualidade!
Conclusão
Eis o caminho para se alcançar o melhor de Deus para a nossa vida:
Eis o caminho para se alcançar o melhor de Deus para a nossa vida:
1) Que o Senhor seja o hóspede mais honrado da sua casa.
2) Sirva ao Senhor com senso de urgência.
3) Ofereça o seu melhor para o Senhor.
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